Decidi que, enquanto não bate aquela inspiração de me arrancar da cama pra escrever [quase todos os meus textos nasceram assim. Inclusive essa ideia nasceu assim], eu vou postar vídeos de música, em sua maioria. Mas também pode rolar qualquer coisa por aqui. =)
O vídeo de hoje é Deixe Entrar um Pouco D'água no Quintal, dos Mutantes
Foi um pouco difícil escolher essa música.
Eu tinha decidido colocar alguma coisa do Tudo Foi Feito Pelo Sol, mas esse álbum é tão foda [nenhuma palavra expressaria o que eu sinto por esse álbum tão bem bem como essa, desculpa], que é difícil pensar em "alguma coisa" pra mostrar. Por mim, colocava todas as músicas aqui.
Ao invés disso, presenteio vocês com a primeira faixa do disco. O resto é com vocês.
E o resto, meus queridos, vale muito!
É o meu álbum-preferido-de-todos-os-tempos, ultimamente.
Tudo Foi Feito Pelo Sol (1974)
1. Deixe Entrar um Pouco D’Água no Quintal - 5:03 - (Sérgio Dias / Liminha / Rui Motta)
2. Pitágoras - 6:56 - (Túlio Mourão)
3. Desanuviar - 8:13 - (Sérgio Dias / Liminha)
4. Eu Só Penso em te Ajudar - 4:58 - (Sérgio Dias / Liminha)
5. Cidadão da Terra - 5:35 -(Sérgio Dias / Liminha)
6. O Contrário de Nada É Nada - 2:58 - (Sérgio Dias / Túlio Mourão)
7. Tudo Foi Feito Pelo Sol - 8:46 - (Sérgio Dias)
Não tem o Tudo Foi Feito Pelo Sol? Quer baixar?
Clicando aqui, você vai pro RapidLibrary, um serviço que faz busca pelos arquivos hospedados no RapidShare.
Eu sei, eu sei... De nada. Hehehehehe :}
sábado, 15 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
S.A.C.
- Sentimentos Ilimitada. Rosana. Bom d...
- Argh, não me venha com "bom dia", Rosana! Guarda essas coisinhas felizes pra quando a imbecil da Cinderela ligar!
- Desculpe, senhora. Em que posso ajudá-la?
- Tu podes começar dizendo onde é que desliga essa bosta de amor que vocês criaram! E então? Onde é?
- Perdoe-me, senhora, mas não creio que o que a senhora deseja seja possível.
- Pois é bom começar a crer, Rosana. Eu não to de brincadeira. Não aguento mais esse negócio, e quero desligar agora.
- Senhora, não é assim que nós funcionamos. Não existe um botão que desligue um sentimento.
- Ah, não tem botão?
- Não, senhora.
- Manual de instrução?
- Não, senhora.
- Quer saber, Rosana? Já deu pra ver que eu não vou conseguir resolver meu problema contigo. Eu quero falar com o responsável. Não, eu quero falar com o chefe do responsável! Melhor! Põe Deus no telefone.
- Tudo bem, senhora. Vou ver o que posso fazer. - Tã-nananã-tã-tã-tananananã, Sentimentos Ilimitada. Criando sentimentos desde a-perder-de-vista a.C. Proporcionand...
- Cristiano, Gerente-Geral. Em que posso ajudar?
- Gerente-Geral?? Meu querido, eu quero falar com Deus.
- Receio que ele esteja um pouco ocupado no momento, senhora. Mas tenho certeza que nós poderemos estar resolvendo o seu problema, tranquilamente.
- Meu bem, a não ser que você tenha a merda do botão que desliga essa praga de amor que vocês criaram, me ponha pra falar com Deus, imadiatamente! E sem musiqunha ou propaganda!
- P-pois não, senhora.
...
- Olá, Maria Lia. Qual é o seu problema, minha filha?
- Deus? Ai, Deus, o meu problema é que vocês criaram uma coisa que, além de eu não ter a menor ideia do que fazer com ela - porque vocês nem sequer disponibilizam um manual de instrução -, eu não posso desligar. E eu quero desligar. Eu preciso desligar!
- De que sentimentos estamos falando, minha querida?
- Do Amor!
- Ah... Claro. Qual deles?
- Tem vários?
- Claro, querida. Nós amamos cada um de uma forma diferente.
- Pensei que amor fosse amor. Tudo igual. Tudo difícil.
- Esse é um tipo. O difícil. Então, é dele que estamos falando?
- É. É do difícil. Daquele que não te deixa dormir. E quando deixa, ele aparece no sonho, e te ilude. Te faz sonhar com coisas lindas, e depois chorar, quando o sonho acaba e tu acordas. É daquele que dói. E eu não gosto disso, Deus. Não gosto. Não quero mais. Por favor, desliga isso?
- Sinto muito, minha filha, mas não posso fazer isso.
- Como não?! Deus pode tudo.
- Não isso.
- Então o que eu faço com esse amor?
- Gasta. Esse é do tipo que acaba, minha querida.
- Acaba?
- Acaba.
- E demora muito?
- Não mais do que você possa aguentar.
- Promete?
- Prometo.
- Hunf... Então vou ter que esperar.
- Receio que sim, minha filha. É difícil, eu sei. Mas você ainda vai nos agradecer.
- Com todo o respeito, Senhor, eu duvido. Mas é o jeito. Te contrariar é que eu não vou.
- Hahaha. Eu diria que é mais sensato não contrariar, mesmo...
- Então tá, Deus. Vou tentar gastar esse negócio.
- Muito bem, minha filha. Muito bem.
- Ah! Só mais uma coisinha, Deus. Acho que seria bom repensar o cargo de alguns funcionários. Aquele Cristiano é meio frouxo pra um Gerente-Geral, sabe?
* * * * *
Vídeo de hoje: Falso Retrato (U-Hu), de Móveis Coloniais de Acaju
Primeiro, porque cabe na situação do texto.
Mas, principalmente, porque eu não tenho palavras pra explicar como eles são ótimos, ou o quanto o show deles, no último sábado (08/08), foi incrível!
E ainda ficaram ali, depois do show, conversando com todo mundo. Atenciosos e simpáticos, que só eles!
Se vocês não conhecem, procurem conhecer, logo! Vale muito à pena.
Você pode baixar o álbum C_mpl_te, aqui, pelo Trama Virtual.
Apaixonem-se, como eu, por esses distintos rapazes de Brasília.
- Argh, não me venha com "bom dia", Rosana! Guarda essas coisinhas felizes pra quando a imbecil da Cinderela ligar!
- Desculpe, senhora. Em que posso ajudá-la?
- Tu podes começar dizendo onde é que desliga essa bosta de amor que vocês criaram! E então? Onde é?
- Perdoe-me, senhora, mas não creio que o que a senhora deseja seja possível.
- Pois é bom começar a crer, Rosana. Eu não to de brincadeira. Não aguento mais esse negócio, e quero desligar agora.
- Senhora, não é assim que nós funcionamos. Não existe um botão que desligue um sentimento.
- Ah, não tem botão?
- Não, senhora.
- Manual de instrução?
- Não, senhora.
- Quer saber, Rosana? Já deu pra ver que eu não vou conseguir resolver meu problema contigo. Eu quero falar com o responsável. Não, eu quero falar com o chefe do responsável! Melhor! Põe Deus no telefone.
- Tudo bem, senhora. Vou ver o que posso fazer. - Tã-nananã-tã-tã-tananananã, Sentimentos Ilimitada. Criando sentimentos desde a-perder-de-vista a.C. Proporcionand...
- Cristiano, Gerente-Geral. Em que posso ajudar?
- Gerente-Geral?? Meu querido, eu quero falar com Deus.
- Receio que ele esteja um pouco ocupado no momento, senhora. Mas tenho certeza que nós poderemos estar resolvendo o seu problema, tranquilamente.
- Meu bem, a não ser que você tenha a merda do botão que desliga essa praga de amor que vocês criaram, me ponha pra falar com Deus, imadiatamente! E sem musiqunha ou propaganda!
- P-pois não, senhora.
...
- Olá, Maria Lia. Qual é o seu problema, minha filha?
- Deus? Ai, Deus, o meu problema é que vocês criaram uma coisa que, além de eu não ter a menor ideia do que fazer com ela - porque vocês nem sequer disponibilizam um manual de instrução -, eu não posso desligar. E eu quero desligar. Eu preciso desligar!
- De que sentimentos estamos falando, minha querida?
- Do Amor!
- Ah... Claro. Qual deles?
- Tem vários?
- Claro, querida. Nós amamos cada um de uma forma diferente.
- Pensei que amor fosse amor. Tudo igual. Tudo difícil.
- Esse é um tipo. O difícil. Então, é dele que estamos falando?
- É. É do difícil. Daquele que não te deixa dormir. E quando deixa, ele aparece no sonho, e te ilude. Te faz sonhar com coisas lindas, e depois chorar, quando o sonho acaba e tu acordas. É daquele que dói. E eu não gosto disso, Deus. Não gosto. Não quero mais. Por favor, desliga isso?
- Sinto muito, minha filha, mas não posso fazer isso.
- Como não?! Deus pode tudo.
- Não isso.
- Então o que eu faço com esse amor?
- Gasta. Esse é do tipo que acaba, minha querida.
- Acaba?
- Acaba.
- E demora muito?
- Não mais do que você possa aguentar.
- Promete?
- Prometo.
- Hunf... Então vou ter que esperar.
- Receio que sim, minha filha. É difícil, eu sei. Mas você ainda vai nos agradecer.
- Com todo o respeito, Senhor, eu duvido. Mas é o jeito. Te contrariar é que eu não vou.
- Hahaha. Eu diria que é mais sensato não contrariar, mesmo...
- Então tá, Deus. Vou tentar gastar esse negócio.
- Muito bem, minha filha. Muito bem.
- Ah! Só mais uma coisinha, Deus. Acho que seria bom repensar o cargo de alguns funcionários. Aquele Cristiano é meio frouxo pra um Gerente-Geral, sabe?
* * * * *
Vídeo de hoje: Falso Retrato (U-Hu), de Móveis Coloniais de Acaju
Primeiro, porque cabe na situação do texto.
Mas, principalmente, porque eu não tenho palavras pra explicar como eles são ótimos, ou o quanto o show deles, no último sábado (08/08), foi incrível!
E ainda ficaram ali, depois do show, conversando com todo mundo. Atenciosos e simpáticos, que só eles!
Se vocês não conhecem, procurem conhecer, logo! Vale muito à pena.
Você pode baixar o álbum C_mpl_te, aqui, pelo Trama Virtual.
Apaixonem-se, como eu, por esses distintos rapazes de Brasília.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Primeiro Selo! o/
Ahh, meus poucos, mas muito queridos, amigos blogueiros, o Maravilhoso Mundo de Lia recebeu hoje seu primeiro selo! (Esperemos que primeiro de muitos, sim? =XX)
Queria, primeiro, agradecer ao Lucas Alsil, do novíssimo Buraco Surdo [vale ressaltar que é novíssimo, mas já tem seus selos. Dá-lhe Lucas! :D], que indicou o selo para este humilde blog. Além dele, seria injusto que eu não falasse da Tay Freitas, do Come With Me, que foi o meu primeiro motivo de orgulho, com esse blog. Brigada, Lucas e Tay. :D
Agora, o Selo:

E ele vai para...
S c h r a u b l e s
Música, Luar e Sentimento
Jogando Conversa Fora
Come With Me
Diy For Vixens
Então é isso.
Que orgulho! *.*
Até. =)
Queria, primeiro, agradecer ao Lucas Alsil, do novíssimo Buraco Surdo [vale ressaltar que é novíssimo, mas já tem seus selos. Dá-lhe Lucas! :D], que indicou o selo para este humilde blog. Além dele, seria injusto que eu não falasse da Tay Freitas, do Come With Me, que foi o meu primeiro motivo de orgulho, com esse blog. Brigada, Lucas e Tay. :D
Agora, o Selo:

E ele vai para...
S c h r a u b l e s
Música, Luar e Sentimento
Jogando Conversa Fora
Come With Me
Diy For Vixens
Então é isso.
Que orgulho! *.*
Até. =)
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
O Rei do Artifício
E então, depois de semanas sem notícias tuas, eu te encontro. Sem querer. Sem prever. Te vejo, e rápido desvio o olhar. Mas não a tempo de desviar o caminho. Tento ignorar o palpitar desenfreado do meu coração. Vou ao teu encontro. Evito teus olhos. Tu me abraças. E fica difícil, estando ali, lembrar os motivos pra não acreditar naquele abraço. Começo a pensar no quanto quis que fossem abraços sinceros. E antes de me perder por esse caminho, consigo me desvencilhar dos teus braços.
Ainda com medo dos teus olhos, digo qualquer coisa sobre sair dali, fugir de ti. Não, tenho certeza que não disse isso. Espero ter dado uma desculpa convincente pra não ficar ali, e me perder nas tuas mentiras. E, lutando contra essa força que não consigo entender de onde vem, me afasto de ti. Mas a força não me deixa. Indica a tua direção pra cada célula do meu corpo. Meu GPS biológico concentrado em ti.
Tento me enganar, fingindo que o longe é o que quero. Meus olhos me traem, à tua procura. Busco motivos pra diminuir a distância. O suficiente para, ao menos, te ver. Engano-me, mais uma vez, convencendo-me de que isso me bastaria. Brigo comigo. Qual o sentido em evitar que tu me enganes, se eu mesma não canso de fazer isso comigo?
Mantenho a distância. E o sorriso, praqueles que mal percebo ao meu lado. Acompanho conversas, sem notar. Meus pensamentos me levam pra onde tu te encontras. Odeio meus traidores olhos. Canso de lutar contra mim mesma. Deixo que meu corpo me guie. Finalmente, te encontro.
Te olho, de longe. Ignoro todo o resto. Desisto dos sorrisos. Das conversas. Só te vejo. Procuro qualquer motivo pra acabar com aquele resto de distância. Maldigo tudo que ousa nos separar. Invejo aqueles que podem te tocar. Desejo que tu me procures. Sinto a dor de lembrar que só eu te procuro.
Concentro-me nos sorrisos e conversas. Tento te guardar no fundo dos meus pensamentos. Em vão. Não parece haver mais espaço em minha cabeça, que não pra ti. Resolvo, mais uma vez, te deixar dominar minhas ideias. Acabo ao teu lado, ainda sem coragem de encontrar teu olhar. Finjo que aquela proximidade nem chega e se fazer perceber. Atuo. Consigo sorrir e conversar com todos. Menos contigo.
Te perco. Disfarço meu desespero por ti. Retomo as conversas. E, do nada, como para me pegar em uma armadilha, tu surges na minha frente. Teus olhos conseguem me prender. Não sei mais o que ou com quem falava. Repito uma palavra qualquer, para uma pessoa qualquer. Como um eco de uma frase perdida. E teu olhar promete tudo. E eu esqueço que tais promessas nunca foram cumpridas. Esqueço que elas duram uma noite e me atormentam por semanas. Então, como uma criança, apego-me ao teu olhar de promessas com todas as minhas forças. E me perco.
Eu queria tanto entender como tu consegues mentir tão bem com os olhos...
Ainda com medo dos teus olhos, digo qualquer coisa sobre sair dali, fugir de ti. Não, tenho certeza que não disse isso. Espero ter dado uma desculpa convincente pra não ficar ali, e me perder nas tuas mentiras. E, lutando contra essa força que não consigo entender de onde vem, me afasto de ti. Mas a força não me deixa. Indica a tua direção pra cada célula do meu corpo. Meu GPS biológico concentrado em ti.
Tento me enganar, fingindo que o longe é o que quero. Meus olhos me traem, à tua procura. Busco motivos pra diminuir a distância. O suficiente para, ao menos, te ver. Engano-me, mais uma vez, convencendo-me de que isso me bastaria. Brigo comigo. Qual o sentido em evitar que tu me enganes, se eu mesma não canso de fazer isso comigo?
Mantenho a distância. E o sorriso, praqueles que mal percebo ao meu lado. Acompanho conversas, sem notar. Meus pensamentos me levam pra onde tu te encontras. Odeio meus traidores olhos. Canso de lutar contra mim mesma. Deixo que meu corpo me guie. Finalmente, te encontro.
Te olho, de longe. Ignoro todo o resto. Desisto dos sorrisos. Das conversas. Só te vejo. Procuro qualquer motivo pra acabar com aquele resto de distância. Maldigo tudo que ousa nos separar. Invejo aqueles que podem te tocar. Desejo que tu me procures. Sinto a dor de lembrar que só eu te procuro.
Concentro-me nos sorrisos e conversas. Tento te guardar no fundo dos meus pensamentos. Em vão. Não parece haver mais espaço em minha cabeça, que não pra ti. Resolvo, mais uma vez, te deixar dominar minhas ideias. Acabo ao teu lado, ainda sem coragem de encontrar teu olhar. Finjo que aquela proximidade nem chega e se fazer perceber. Atuo. Consigo sorrir e conversar com todos. Menos contigo.
Te perco. Disfarço meu desespero por ti. Retomo as conversas. E, do nada, como para me pegar em uma armadilha, tu surges na minha frente. Teus olhos conseguem me prender. Não sei mais o que ou com quem falava. Repito uma palavra qualquer, para uma pessoa qualquer. Como um eco de uma frase perdida. E teu olhar promete tudo. E eu esqueço que tais promessas nunca foram cumpridas. Esqueço que elas duram uma noite e me atormentam por semanas. Então, como uma criança, apego-me ao teu olhar de promessas com todas as minhas forças. E me perco.
Eu queria tanto entender como tu consegues mentir tão bem com os olhos...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Juro que isso aconteceu
- Nem sabes. To apaixonada!
- Por quem?
- Pelo Pedro Neschling.
- Quem!?
- O Pedro Neschling, Cá! Ele é liindo!
- Lia, tu só podes ser completamente maluca.
- Nãão, Cá. Já viste o blog dele? Ele é tão... tão igual a mim!
- Igual a ti?
- Éé! Ele pensa meio parecido comigo. Diz coisas que eu poderia perfeitamente ter dito. Se é que eu já não disse. E tem pavor de agulha!
- E por ter pavor de agulha vocês são almas gêmeas?
- Almas gêmeas, eu não sei... Teria que conhecer. Mas ele também gosta de números espelhados!
- Lia, presta atenção... Ah, que seja! Não que eu acredite que, se ele fosse solteiro, tu irias até o Rio de Janeiro atrás dele... Mas ele não é casado?
- A-há! Adivinha? Não mais! Ele tá solteiro, cara amiga! E eu sonhei que a gente ia pro Rio. Eu e tu. E a gente conhecia a minha nova paixão. Bora?
- Hahahahahaha. Bora. Quando?
- Janeiro?
- Janeiro.
- Certo. O problema da distancia tá resolvido. Agora, a gente tem que arrumar um amigo dele pra ti.
- Gosto da ideia.
- Será que ele é amiguinho do Cauã?
- Reymond?
- Claro.
- Pode até ser. Mas esse tem a Grazi. E é a Grazi, Lia.
- É... não dá pra competir com ela. Ó, futricando o twitter dele, eu notei que ele parece ser amicíssimo do Tico Santa cruz.
- Mas o Tico Santa Cruz?
- É verdade.. ele não é teu estilo... Ah, Cá, a gente resolve isso depois. Bora ver passagem.
- A TAM tá com promoção. R$464,90. Ida e volta.
- Comprando.
- Ok.
É, às vezes eu surto, e me apaixono por pessoas famosas.
Pelo menos, dessa vez, isso me rendeu uma viagem pro Rio. o/
Me aguarde, Pedro Neschling! HAHAHAHAHA
* * * * *
A foto lá de cima, eu tirei do Ensaio que ele fez pra revista TPM.
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