Olá!
Indo direto ao assunto, o texto de hoje foi escrito há meses atrás, mas é hoje que ele aparece aqui. Sem mais delongas...
Kt Tunstall - Universe & U.
we are just the same.
- É, bonzinho só se fode.
- Estás querendo dizer que tu és boazinha?
- Eu não sou má, ué.
- Nem boazinha.
- Como não?
- Tu não tens nada de boazinha. És muito resolvida e independente pra isso. Eu tenho é medo de ti. Acho que qualquer homem tem.
- Tu que és frouxo, ora. Não mete todo o universo masculino nesse teu mundinho.
- Frouxo? Não esquece que eu já tentei, e tu me largaste.
- Não começa com frescurinha.
- Eu não gostei de ser largado.
- Pra começar, tecnicamente, eu nem te larguei. A gente é amigo, e eu sempre deixei claro que nunca pensei em passar disso contigo. Foi só um “pega”. Tá, uns. E se eu bem me lembro, tu mesmo disseste isso.
- Na primeira vez.
- E daí?
- E daí que, depois, isso mudou.
- Pra ti.
- Claro que foi pra mim.
- E a culpa é minha?
- Deve ser, ué.
- Ah, muito engraçado. Tu confundes as coisas e a culpa é minha?
- Eu não confundi nada. Só passei a querer mais do que simplesmente te pegar.
- E eu notei isso. Tanto que resolvi parar de vez com a brincadeira. Vai dizer que eu não sou boazinha, agora?
- Boazinha?? Fria e calculista é a nova definição pra boazinha?
- Mais essa agora. Estás com muita frescura pro meu gosto.
- Não é frescura. São fatos.
- Que fatos, menino? Tá ficando doido? - Ainda tem cerveja aí?
- Tem, me dá teu copo. - Eu não to ficando doido. Tu que não te relacionas.
- Eu não me relaciono?
- Não. Tu tens um programa de interações sociais.
- Hahahahahaha. Essa é nova.
- Nem tanto. Fazes isso há um tempo. Mas foi boa, fala a verdade.
- Foi. Hahahaha. Mas eu ainda acho que tu estás ressentido, porque eu não quis nada mais sério contigo.
- Não dá pra ficar ressentido por uma coisa que já se espera.
- Ai, tá, tá. Já cansei das tuas lamúrias. Me fala da Larissa. Vocês já ‘tão namorando?
- Não. Não quero namorar. Acho que vou terminar com ela. Tá cobrando muito.
- Rá! Depois sou eu...
* * * * *
Então...
Depois de quase 20 dias sumida, cá estou eu novamente.
Eu poderia dar milhões de desculpas, inventar milhares motivos, mas a verdade é que estou passando por uma fase de transição. Redefinindo prioridades. Estabelecendo novas metas. Enfim, mudando. A gente não escolhe passar por essas coisas, mas elas acontecem, e a gente fica meio perdido e confuso, até que a coisa fica mais clara. Encontra o novo eu. E acho que to quase lá. =)
No mais, to devendo uns selos, eu sei. Mas vou cumprir com as minhas obrigações de Detentora de Selos, assim que possível. Juro. =)
Espero que não tenham me abandonado.
;*
domingo, 13 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Café ou Chocolate Quente?

Estressado e irritado, passando em frente à cafeteria perto de sua nova casa, decidiu entrar e relaxar um pouco. Nunca havia parado ali. Mas precisava esquecer o terrível dia que estava tendo, antes de chegar em casa. Desejou ter um bom livro no carro. Poder escapar desse mundo, nem que fossem por alguns minutos...
Conseguir uma vaga não foi tão difícil, pelo menos. Conformando-se com o jornal que repousava no banco do passageiro, entrou e foi direto ao caixa. Pediu seu café expresso e procurou um lugar para sentar. Claro que não havia. Enfim, seu dia não estava para brincadeira. Até simples coisas, como tomar um café, poderiam tornar-se difíceis, dentro daquelas 24 horas.
Com a bandeja nas mãos, olhou ao redor, em busca de uma solução. Em uma mesa ao lado de uma pequena palmeira, bem na janela, uma mulher sentava sozinha, lendo um livro. Reconhecendo sua única opção, encaminhou-se à mesa, timidamente, e pigarreou.
- Hum-Hum, licença... Será que eu poderia sentar aqui? É que todas as mesas estão ocupadas...
- Ahn... Claro. - respondeu, com um meio sorriso.
- Obrigado. – sorriu o homem, sentando-se e olhando para o livro nas mãos dela. – “A Menina que Roubava Livros”. Esse livro é muito bom.
- É... eu sei. Na verdade, é a segunda vez que leio. Acho que é meu preferido. - disse, em um tom que encerrava a conversa, e voltou para sua leitura.
Ele ficou ali, tomando seu café expresso e lendo o jornal. Vez ou outra, desviava o olhar das notícias do mundo, para dar uma espiada na sua companheira de leitura daquele início de noite.
Era uma mulher muito bonita. Com um corpo, até onde se podia ver, na medida certa. Parecia ser alta. Pernas longas, ligeiramente torneadas. Seios lindos, e muito bem aproveitados em um generoso decote, onde se escondia um pingente, pendurado no final de uma fina e provocante corrente. Tinha os cabelos castanhos e cacheados, um pouco acima dos ombros, que emolduravam perfeitamente seu rosto inocentemente astuto (se é que isso poderia existir). Seus grandes olhos âmbar tinham um quê adocicado e decidido, e brilhavam, alimentando-se das palavras que dissera serem suas preferidas. Em sua boca carnuda e rosada, um sorriso brincava, querendo aparecer, mas se escondendo, como para provocar aquele homem a ficar ali, esperando que ele enfim resolvesse mostrar-se.
A verdade é que, vez ou outra, ele conseguia desviar o olhar daquela mulher, para dar uma espiada nas notícias do mundo. Ainda assim, sem conseguir absorver qualquer palavra. Estava hipnotizado. Aquele dia, definitivamente, estava decidido a ser o mais problemático de sua vida.
Em um movimento incerto, ela virou um pouco a xícara à sua frente, para constatar seu conteúdo vazio. Olhou em volta, aparentemente procurando uma garçonete, marcando a página e fechando o livro. Ansioso, ele não resistiu.
- Você quer mais café?
- Oi? Er... não. Era chocolate quente. Do café, eu só gosto do cheiro. E muito. – Riu-se, corando um pouco.
- Só do cheiro? – Perguntou ele, desesperado pra manter a conversa, mesmo que aquilo o incomodasse um pouco.
- Ahã. Sou apaixonada pelo cheiro de café. Pena que o gosto não fique à altura. Odeio o amargo que fica, no final. – completou, com uma careta graciosa. Essa mulher parecia conseguir juntar, em si, adjetivos totalmente opostos com muita facilidade.
A garçonete apareceu, e ela pediu um pão de queijo, junto com o novo chocolate quente. Então, virou para o homem com quem dividia a mesa, e perguntou:
- Você não vai querer mais nada?
- Ahn, claro. Eu vou querer um... – começou, analisando o cardápio que a garçonete trouxera, rapidamente – um folhado de queijo e presunto, e... acho que também vou de chocolate quente. É, é isso. Por favor.
A garçonete se afastou, e, quando ele olhou para a mulher ao seu lado, ela estava olhando para suas mãos em cima da mesa, com um sorriso curioso. Ele ficou intrigado, e levou suas mãos, rápida e inconscientemente para debaixo da mesa, onde começaram a suar, nervosas. Ela levantou os olhos para ele.
- Esse chocolate quente é viciante. Você nunca mais vai querer saber do café.
- Espero que isso não aconteça... Eu amo café. Meu relacionamento com ele vem de anos. Acho que ele não vai suportar se eu o trocar pelo chocolate, a essa altura da vida. – O que ele estava fazendo??
- Hum, isso é perigoso. Ninguém aqui vai querer magoar o café. Acho melhor você trocar seu pedido...
Mas ele não trocou. Tomou o chocolate. Conversou com aquela linda e interessante mulher por algumas horas, finalmente esquecendo o dia que tivera. Até que seu celular tocou e ele sentiu-se obrigado a ir para casa.
Nunca mais voltou àquela cafeteria, ou encontrou a Mulher-do-Chocolate-Quente. Mas toda vez que o pedia, ao invés do seu habitual café, sentia uma pontada de culpa, como se aquilo significasse, na verdade, que estivesse traindo sua esposa.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Baseado em fatos reais
Obs: A escolha da música não é minha. É da vida.
Sentada nas pedras, Luísa nem via ou ouvia o mar. Seus olhos estavam voltados a um passado distante. Fragmentos da vida saltavam a sua frente, nublando toda a beleza da praia diante dela. O único som que ouvia era o de suas recordações. As ondas silenciosas pareciam querer respeitar aquele momento dela... Só dela.
Luísa visitava cada lembrança que julgava tê-la levado àquele momento. Aos 20 anos, quando conheceu, amou e deixou Rodolfo, naquela cidade tão longe da sua. Seus dois casamentos. O primeiro sem amor. O segundo, tão difícil, que fez por diluir o amor que existira. Os três frutos desses casamentos. Suas três razões de vida e fontes de força. Assim como seus três motivos para deixar Rodolfo tantas outras vezes.
Como foi bom reencontrá-lo depois de tantos anos. Como foi providencial que seu trabalho a levasse tantas vezes ao encontro do seu amor. Como foi doloroso deixá-lo todas as vezes... A despedida é sempre muito difícil. Principalmente quando se trata de alguém de braços e coração tão abertos para receber aquela que tanto ali queria estar.
Mas Luísa sabia o que era mais importante para ela. Garantir que seus filhos tivessem tudo o que lhes pudesse oferecer, até que pudessem conseguir por si mesmos, não era apenas uma opção. Era a única opção. E se, para isso, tivesse que abrir mão de seu grande amor, que assim fosse. Nenhum amor era maior que o que tinha por suas “crianças”.
E o tempo, impiedoso e irredutível, passou. Suas eternas crianças seguiram seus caminhos. Com seus próprios amores ou não, foram atrás das pedras com as quais construiriam seus futuros. Sentiu o medo e o orgulho de ver cada um deles indo embora, moldando seu destino. Todos longe dela. Sempre ouvira de sua mais nova que as mães criam os filhos para o mundo, e não para si. Sentiu o peso da verdade daquelas palavras.
Claro que Luísa não se arrependia de qualquer passo que tivesse dado na vida. Havia feito sua escolha conscientemente. Mas nem isso a impediu de sentir o vazio e a dor de se ver só, sem seus filhos...
A essa altura, as lágrimas haviam imposto sua companhia àquela senhora sentada à beira da praia, reforçando a cortina que a impedia de ver toda beleza à sua frente. Ao mesmo tempo, ouvia os passos que esperava.
- Triste, meu grande amor? – perguntou ele, colhendo suas lágrimas.
- Transbordando felicidade. – respondeu Luísa, olhando para aquele rosto envelhecido e lindo que tanto amava, e sentindo o prazer de tê-lo tão perto e tão seu. – Foi difícil, não foi?
- Ah, minha grande Luísa – começou Rodolfo, aninhando seu velho e eterno amor nos braços – eu faria até o impossível pra chegar aqui.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Selo, Mombojó e Justificativa.
Como já diria nosso amigo Jack: vamos por partes [Tá, eu não resisti. Precisei dizer isso. Foi mal =xx].
Primeiro, eu gostaria de informar-lhes que, sim!, o Maravilhoso Mundo de Lia recebeu o seu segundo Selo! Foi um presente dado pela Bêe Rodrigues, do Querido Diário. Muito obrigada, Bêe!

Eu confesso que criei o MML pra mim, pseudônima-aspirante-a-blogueira. Um espaço meu, pra mim mesma. E é tão bom ver que esse meu pequeno mundinho agrada vocês. Dá um orgulho danado de ver minhas palavras e ideias, meu interesses e gostos sendo apreciados.
Prometo me esforçar pra fazer esse espaço ficar cada vez melhor. xD
Meus indicados são:
Resenhas Íntimas
Pá Trakuilo
Nada se cria... Tudo se copia
Pode ser só três? To tão sem coragem, hoje... [vide final do post]
* * * * *
Agora, mais música!
Meus queridos, apresento a vocês: Mombojó!
Conheci a banda em 2005. Uma amiga, que sempre sabe o que me mostrar [é impressionante como ela sabe o que eu vou gostar], mandou "Adelaide", "O Céu, o Sol e o Mar" e "Deixe-se Acreditar". Por isso fiquei entre essas três músicas, na hora de escolher o vídeo que vinha pra cá.
Como "Deixe-se Acreditar" representou muito bem a minha vida, no final de 2005/início de 2006, ganhou. :}
Enfim, pra quem não conhece, não perca mais tempo! Pra quem conhece, aproveite! :D
Aqui, você pode baixar os dois álbuns já lançados.
Divirta-se.
Nada de Novo (2004)
1. Cabidela
2. Deixe-se acreditar
3. Nem parece
4. Discurso burocrático
5. A missa
6. Absorva
7. O céu, o sol e o mar
8. Adelaide
9. Duas cores
10. Estático
11. Merda
12. Splash Shine
13. Faaca
14. Baú
15. Container
* * * * *
Por fim, quero dizer que to doente.
Já tenho um texto quase pronto, numa folha de papel. Mas ainda não tive forças pra digitar (já sou a preguiça em pessoa, doente então!).
Fora que esse post já tava quase completo, né?
Prometo que o próximo será um texto meu. =)
Primeiro, eu gostaria de informar-lhes que, sim!, o Maravilhoso Mundo de Lia recebeu o seu segundo Selo! Foi um presente dado pela Bêe Rodrigues, do Querido Diário. Muito obrigada, Bêe!

Eu confesso que criei o MML pra mim, pseudônima-aspirante-a-blogueira. Um espaço meu, pra mim mesma. E é tão bom ver que esse meu pequeno mundinho agrada vocês. Dá um orgulho danado de ver minhas palavras e ideias, meu interesses e gostos sendo apreciados.
Prometo me esforçar pra fazer esse espaço ficar cada vez melhor. xD
Meus indicados são:
Resenhas Íntimas
Pá Trakuilo
Nada se cria... Tudo se copia
Pode ser só três? To tão sem coragem, hoje... [vide final do post]
* * * * *
Agora, mais música!
Meus queridos, apresento a vocês: Mombojó!
Conheci a banda em 2005. Uma amiga, que sempre sabe o que me mostrar [é impressionante como ela sabe o que eu vou gostar], mandou "Adelaide", "O Céu, o Sol e o Mar" e "Deixe-se Acreditar". Por isso fiquei entre essas três músicas, na hora de escolher o vídeo que vinha pra cá.
Como "Deixe-se Acreditar" representou muito bem a minha vida, no final de 2005/início de 2006, ganhou. :}
Enfim, pra quem não conhece, não perca mais tempo! Pra quem conhece, aproveite! :D
Aqui, você pode baixar os dois álbuns já lançados.
Divirta-se.
Nada de Novo (2004)
1. Cabidela
2. Deixe-se acreditar
3. Nem parece
4. Discurso burocrático
5. A missa
6. Absorva
7. O céu, o sol e o mar
8. Adelaide
9. Duas cores
10. Estático
11. Merda
12. Splash Shine
13. Faaca
14. Baú
15. Container
* * * * *
Por fim, quero dizer que to doente.
Já tenho um texto quase pronto, numa folha de papel. Mas ainda não tive forças pra digitar (já sou a preguiça em pessoa, doente então!).
Fora que esse post já tava quase completo, né?
Prometo que o próximo será um texto meu. =)
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Homens Com Barriga
O texto de hoje não é meu.
Recebi por e-mail. Aliás, do meu pai (deve ser porque ele tem uma senhora barriga).
Enfim. Segundo as informações do e-mail, o texto é de Carla Moura (Psicóloga, Especialista em Sexologia e Terapia de Casais).
Vamos ao que interessa.
Meninas de todo o Brasil, tenho um conselho valioso para dar aqui: Se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute!
Na próxima vez que encontrá-lo, tente (disfarçadamente) descobrir como é sua barriga. Se for musculosa, torneada, estilo 'tanquinho', fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim. Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta.
Veja bem, não estou falando daqueles gordos suados, que sentam horas na frente da televisão com um balde de frango frito, e que, quando se abaixam, mostram aquele cofrão. Não!

Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo, acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto.
E eu digo por quê. Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma - e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os 'tanquinhos' farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem.

Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou Coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco ou coca-light. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com 'clight' que trouxe de casa. E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação.
E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar. Você nunca irá ouvir um 'ah, amor, 'Quarteirão' é gostoso, mas você podia provar uma 'McSalad' com água de coco'. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará seu relacionamento.
Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis! Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!!!
Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.
Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo. Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar.
É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz!
Complementando, ninguém vai querer um Homer Simpson da vida. Mas, fala a verdade, quem encara um Johnny Bravo? Deusulivre!
O negócio é achar o meio-termo.
É, minhas amigas. Boa sorte.
Recebi por e-mail. Aliás, do meu pai (deve ser porque ele tem uma senhora barriga).
Enfim. Segundo as informações do e-mail, o texto é de Carla Moura (Psicóloga, Especialista em Sexologia e Terapia de Casais).
Vamos ao que interessa.
Meninas de todo o Brasil, tenho um conselho valioso para dar aqui: Se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute!
Na próxima vez que encontrá-lo, tente (disfarçadamente) descobrir como é sua barriga. Se for musculosa, torneada, estilo 'tanquinho', fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim. Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta.
Veja bem, não estou falando daqueles gordos suados, que sentam horas na frente da televisão com um balde de frango frito, e que, quando se abaixam, mostram aquele cofrão. Não!

Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo, acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto.
E eu digo por quê. Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma - e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os 'tanquinhos' farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem.

Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou Coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco ou coca-light. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com 'clight' que trouxe de casa. E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação.
E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar. Você nunca irá ouvir um 'ah, amor, 'Quarteirão' é gostoso, mas você podia provar uma 'McSalad' com água de coco'. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará seu relacionamento.
Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis! Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!!!
Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.
Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo. Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar.
É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz!
Complementando, ninguém vai querer um Homer Simpson da vida. Mas, fala a verdade, quem encara um Johnny Bravo? Deusulivre!
O negócio é achar o meio-termo.
É, minhas amigas. Boa sorte.
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